Entretanto, não nos podemos deixar abater; essas coisas ocorrem todos os dias, se não comigo, contigo, consigo, com eles. Acontece. É claro que é possível evitá-las, simplesmente não saindo de casa. Como eu gostaria, se pudesse, não pôr mais o nariz para fora de casa. Uma casa comigo e minhas manias, todas elas, exasperadas, violentas. Mas temos de sair, enfrentar o turbilhão, a ausência de poesia no dia-a-dia cinza da cidade cinza. Mas mesmo assim, não é? Isso, às vezes, é tão inevitável quanto o mato que brota nos canteiros ou nas frestas dos viadutos e viram chumaços de pêlo, como se viadutos tivessem pêlos. Mas, voltando à vaca fria, nessas situações, você pode fazer o seguinte…
224. De como questões mundanas podem ser nitidamente tradadas e facilmente resolvidas através da linguagem límpida e clara e da exata definição do tema a ser efetivamente tratado de modo dialógico e sem divagações prolixas e perda inútil de tempo e latim
Terça-feira, 03-Jun-2008 · 3 Comentários
Categorias: Defecações · Disparates · Incompreensível · Quitutes e acepipes · Vintage · inutilidades






3 respostas até agora ↓
G // Terça-feira, 03-Jun-2008 às 12:00 |
Mesmo não saindo de casa é pouco garantido que nada disso aconteça… :-|
Abraço!
Juliana // Quarta-feira, 04-Jun-2008 às 9:59 |
Que medo…acho que os diários de sala lhe subiram pela cabeça…
jeff // Quarta-feira, 04-Jun-2008 às 15:44 |
… beber.