Disponha o carvão em monte, como se fosse um nurague, ou seja, formando um cilindro oco. Formado o cilindro, pegue um pão velho (preferencialmente seco ao sol), parta-o e encharque o miolo com álcool. Introduza o pão com cuidado no meio do nurague de carvão de modo que a face partida fique para cima. Jogue um fósforo (após riscá-lo contra a parede da caixa que o contém) exatamente sobre o miolo exposto (e devidamente umidecido com álcool). O resultado desse processo será o início de uma combustão, caracterizada por um tipo de chama bem tênue, resultado da combustão pela queima do agente químico. Quando o pão começar a apresentar os primeiros sinais de esturro, ponha alguns fragmentos de carvão sobre a abertura do nurague (e, conseqüentemente, sobre o pão com o miolo exposto voltado para cima). Assim, os carvões começam também a entrar em lenta combustão (transformam-se em brasas ou tições) e, espalhados pela área da churrasqueira coberta com carvão, fazem com que os outros fragmentos de carvão também se abrasem. Quando boa parte do carvão apresentar estiver incandescida (por baixo) e esbranquiçada (por cima), o calor emanado pela queima será o ideal para o cozimento das carnes variegadas destinadas a esse fim.
225. Notas curtas e de grande utilidade acerca da ciência que é o acendimento cuidadoso e eficaz de uma churrasqueira de modo a evitar queimaduras à pele e que o fogo queime de modo uniforme o carvão para o cozimento adequado das viandas que são cozidas por esse processo
Terça-feira, 10-Jun-2008 · 2 Comentários
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2 respostas até agora ↓
G // Quinta-Feira, 12-Jun-2008 às 11:56 |
Dicas de grande utilidade, sem duvida!! :-)
Abraço!
Sérgio Mendes, não o músico // Terça-feira, 24-Jun-2008 às 12:09 |
O que seria do churrasco (e das nossas mãos) sem tão imprescindíveis notas?